Sim, eu sei, há que tempos que não escrevo... nada que contar, suponho...
De qualquer forma quero partilhar com o mundo que em Setembro nascerão três bebés dentro da minha "família". O André ou Catarina, filho/a de uma grande amiga da infância, a Beta, que entre encontros e desencontros a que a vida nos obrigou, esteve e está sempre presente; a outra criança, que não sei como se chamará ainda, filha do meu primo mais velho, Pedro, e da minha prima emprestada, Ana; e nasce também o segundo filho (ou filha) da Vanda e do Ricardo, que se conheceram no chat da Rádio Comercial, onde, aqui há uns tempos, se formou um grupo de amigos que perdura no tempo, o Gang da Comercial! Sejam bem vindos, pequeninos!
quarta-feira, março 01, 2006
quinta-feira, janeiro 26, 2006
quinta-feira, janeiro 19, 2006
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Pois lá fui eu seguir o conselho da amiga Leonor e medi os meus pecados. Nada mau!
The Seven Deadly Sins Quiz on 4degreez.com
| Greed: | Medium | |
| Gluttony: | Low | |
| Wrath: | Medium | |
| Sloth: | Medium | |
| Envy: | Low | |
| Lust: | Very Low | |
| Pride: | Medium |
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quinta-feira, dezembro 29, 2005
quarta-feira, dezembro 28, 2005
terça-feira, dezembro 27, 2005
A vida é injusta. Facto.
Ou não!
Pior é haver pessoas que são injustas com a vida que têm...
Há um ano atrás houve um tsunami que destruiu paisagens lindas e a vida de tanta gente que já pouco tinha. Justo era ter acontecido num local onde as pessoas maltratam a Natureza, ou simplesmente não ter acontecido. Fazer o quê? Andar para a frente, reconstruir, começar de novo.
Que moral teremos nós, neste canto abençoado, de nos queixarmos? Sim, com os problemas dos outros podemos nós bem... mas não custa abrir um pouco mais os olhos e perceber quão afortunados somos.
O segredo é ver felicidades, ainda que pequeninas, em tudo que nos rodeia. Se não damos valor ao que temos, dificilmente encontraremos justiça onde quer que seja.
sábado, dezembro 24, 2005
quinta-feira, dezembro 15, 2005
Pena de morte. É frequente pensarmos sobre esta questão. Perante o caso de duas "pessoas" que tudo indica terem maltratado e VIOLADO uma menina de dois meses não completos, que vai ficar provavelmente cega e com lesões cerebrais, se conseguir sobreviver, alguém levanta o dedo para dizer que não à pena de morte? Eu defendo que nem por corredor nenhum eles passavam, haviam de morrer já e também não era cá com injecções nem gás! Afinal que pena pode ser aceitável para quem quase mata uma criança de 50 dias, que comprovadamente foi maltratada desde o primeiro dia que entrou em casa???
sexta-feira, dezembro 02, 2005
Como costumo dizer, a vida tem formas de nos mostrar quem manda. Para o bem e para o mal. A questão do ovo e da galinha aplica-se na perfeição à dúvida existencial: sofremos para merecer algo bom ou pagamos o que de bom acontece?
Se no post anterior parecia ter certezas, hoje já não tenho...
Como muito bem dizem os meus aplicados comentadores, temos que aproveitar os momentos bons... se sofremos para trás ou para a frente, logo se verá. Não se pode pensar nisso.
Hoje achei-me especialmente bem disposta. Sei lá porquê! Estava alegre, divertida... será o Natal, será algo orgânico, não sei.
À vinda para casa deparei com um personagem que me comove desde o primeiro dia em que o vi. Um menino, talvez romeno, loirinho de olho azul, sorriso triste, que costuma pedir esmola na zona onde almoço.
O mesmo menino brincava hoje com um daqueles boneco que dentro tem Pez. As pastilhas espalhadas num degrau e ele a contá-las e a meter na embalagem com cabeça de pato. Ria, falava com a mãe, que esperava o mesmo autocarro que eu. Já dentro do veículo, com mais umas dezenas de pessoas, todos apertados, surpreendeu-me a simpatia dos portugueses para com aquele menino. Sorriam-lhe, falavam com ele. Pensei que o confundiam com alguém "de cá". Não: perguntava um velho se ele gostava mais daqui ou do país dele, e ele respondia que gostava mais daqui. Aqui, onde já o vi pedir esmola e vi recusarem-lha com ar de desdém... Naquele autocarro parecia um mundo diferente, bom, solidário e fraterno. Quis o destino que uma senhora desse o lugar ao lado de onde eu estava à mãe do menino e ela sentou-se com ele ao colo. Os grandes olhos azuis, tantas vezes tristes, riam. A mãozinha, de unhas sujas de criança, tocou a minha. Sorri. A partir daí brinquei com ele, falei com ele, pareceu-me outra criança. Saí daquele autocarro muito mais feliz, sem que nada realmente tivesse mudado. Porque apreciei o momento, a alegria do garoto inspirou-me, pronto. A minha vida continua igual e a dele também. Mas valeu pelos sorrisos!
Se no post anterior parecia ter certezas, hoje já não tenho...
Como muito bem dizem os meus aplicados comentadores, temos que aproveitar os momentos bons... se sofremos para trás ou para a frente, logo se verá. Não se pode pensar nisso.
Hoje achei-me especialmente bem disposta. Sei lá porquê! Estava alegre, divertida... será o Natal, será algo orgânico, não sei.
À vinda para casa deparei com um personagem que me comove desde o primeiro dia em que o vi. Um menino, talvez romeno, loirinho de olho azul, sorriso triste, que costuma pedir esmola na zona onde almoço.
O mesmo menino brincava hoje com um daqueles boneco que dentro tem Pez. As pastilhas espalhadas num degrau e ele a contá-las e a meter na embalagem com cabeça de pato. Ria, falava com a mãe, que esperava o mesmo autocarro que eu. Já dentro do veículo, com mais umas dezenas de pessoas, todos apertados, surpreendeu-me a simpatia dos portugueses para com aquele menino. Sorriam-lhe, falavam com ele. Pensei que o confundiam com alguém "de cá". Não: perguntava um velho se ele gostava mais daqui ou do país dele, e ele respondia que gostava mais daqui. Aqui, onde já o vi pedir esmola e vi recusarem-lha com ar de desdém... Naquele autocarro parecia um mundo diferente, bom, solidário e fraterno. Quis o destino que uma senhora desse o lugar ao lado de onde eu estava à mãe do menino e ela sentou-se com ele ao colo. Os grandes olhos azuis, tantas vezes tristes, riam. A mãozinha, de unhas sujas de criança, tocou a minha. Sorri. A partir daí brinquei com ele, falei com ele, pareceu-me outra criança. Saí daquele autocarro muito mais feliz, sem que nada realmente tivesse mudado. Porque apreciei o momento, a alegria do garoto inspirou-me, pronto. A minha vida continua igual e a dele também. Mas valeu pelos sorrisos!
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