domingo, setembro 17, 2006
quinta-feira, setembro 14, 2006

BEM VINDOS, BEBÉS!
Os bebés de quem falei num post de há alguns meses acabaram de nascer.
O André nasceu dia 24 de Agosto pela manhãzinha, com 50,5 cm e 3,570 kg;
O Rodrigo adiantou-se aos médicos, que lhe tencionavam provocar o nascimento ontem de manhã e nasceu de madrugada, com 44 cm e 2,650 kg;
E a minha priminha Inês nasceu há pouco mais de uma hora (dia 13, 23h20), com 3,200 kg e muito cabelo (foi tudo o que o avô conseguiu dizer :))
Desejos de uma óptima vida para todos, bebés e pais, que sejam abençoados e saibam escolher o melhor caminho para a felicidade!
sexta-feira, agosto 25, 2006
Um filme comovente, para relembrar o flagelo do abandono de animais, com alguns finais felizes de casos que possivelmente circularam nas vossas caixas de mail...
http://www.youtube.com/watch?v=vCCa8GzQVQg
quarta-feira, agosto 23, 2006
Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno, Pl... nop!
“O Sistema solar terá oito planetas e pelo menos dois planetas anões", disse Junachi Watanabe, porta-voz do Observatório Nacional de Astronomia do Japão, assegurando que "Plutão foi excluído".
O responsável não adiantou, no entanto, qual será a definição de planeta, a ser votada quinta-feira pela Assembleia-geral da IAU, que decorre em Praga até sexta-feira. Watanabe explicou que a IAU, o árbitro da nomenclatura espacial desde a sua fundação em 1919, afastou a proposta mais discutida até agora, a de adoptar uma definição que mantivesse Plutão como planeta.
O projecto obrigaria a aumentar o sistema solar para 12 planetas, uma vez que teriam que ser acrescentados pelo menos mais três: Ceres, Caronte e o corpo UB-313, ainda sem nome oficial, embora designado Xena pelo seu descobridor, Mike Brown. Assim, de acordo com a nova proposta, Ceres continuará a ser um asteróide, Caronte um satélite de Plutão, enquanto que Xena passará também a "planeta anão". Para o director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), Rui Jorge Agostinho, estas definições de planeta "são simples demais e não abarcam tudo o que já sabemos sobre os planetas, deixando alguns de fora".
"Tudo o que conhecemos merece uma definição mais alargada, dividida em subclasses, com todas as propriedades físico-químicas", defendeu, acrescentando que se deve evoluir no sentido de criar uma definição mais lata, que deverá ser subdividida. Os astrónomos do mundo levam já dois anos de intensos debates para acordar uma definição de planeta, depois de Brown ter descoberto em 2003 o UB-313, situado a 14.550 milhões de quilómetros da Terra, que levantou o problema de se deveria ser reconhecido como planeta, dado ser maior do que Plutão. Como recordou Junachi Watanabe, o problema colocou-se porque até agora não havia uma definição científica do que é um planeta. Em todo o caso, os astrónomos estariam a admitir agora que se cometeu um erro quando se atribuiu a Plutão a categoria de planeta, em 1930, e no futuro poderiam incluir outros corpos celestes similares sob a designação de "planeta plutónico" ou "plutoniano". "
E eu que me orgulhava de me lembrar do exacto dia em que me ensinaram esta lenga-lenga...
segunda-feira, agosto 21, 2006
Finalmente escolhemos a casa nova. Encontrámos o anúncio quase por acaso, pouco tempo após ter sido inserido na net. Nessa noite nem dormimos direito e logo pela manhã (de Domingo) ligámos à imobiliária. Conseguimos ir ver a casa dias depois e ficou logo decidido que era mesmo aquela. O processo decorre agora no banco; a mudança, a correr tudo bem, será lá para final de Setembro!
P.S. Finalmente tenho um terraço... talvez um dia tenha jardim... e um cão!
terça-feira, julho 25, 2006
Pessoas para a vida toda
Uma das grandes vantagens de trabalhar num local público é ver gente diferente todos os dias. Melhor ainda é quando nos aparece alguém que conhecemos. Alguém que, de uma forma ou de outra, há mais ou menos tempo, se tornou parte da nossa vida. Para sempre.
Nestes dias tenho tido visitas que me alegraram imenso. Há dias apareceram-me a Vanda e o Ricardo, prestes a serem pais do Rodrigo. Não os via sei lá desde quando... é engraçado reencontrar velhos amigos, dei por mim a sorrir ao recordar os tempos em que nos conhecemos, em que eramos bem mais jovens, sem grandes problemas, e passávamos as noites ao teclado de um computador, tods juntos numa sala de chat onde marinaram romances, se estreitaram amizades, acabaram algumas outras, mas sobretudo nos divertimos muito e saímos todos a ganhar alguns bons amigos.
Hoje, apareceu o Vitas, que (não sei se já lhe disse) é assim uma espécie de irmão que eu nunca tive. Não temos sequer muito contacto "ao vivo", mas gosto deste rapaz à brava! Correndo o risco de lhe manchar a reputação, é uma jóia de menino!
E, para finalizar, encontrei na hora de almoço o meu antigo professor de Jornalismo do 10º e 11º anos. O único professor da secundária que nunca, mas nunca, se esqueceu do nome de nenhuma das minhas amigas, que vai sabendo das nossas vidas sempre que encontra uma de nós e recorda realmente as caras, os sonhos e o que foi feito de nós. Chama-se Carlos Aurélio, também hei-de lembrar-me sempre :)
sexta-feira, julho 14, 2006
Há coisas que eventualmente temos que enfrentar na vida. (A pior é, sem dúvida, a morte. Não a nossa, mas as dos que nos são queridos. Mas não é disso que quero falar.)
Nesta fase da minha vida, estou a mentalizar-me que nunca terei um jardim e que provavelmente nunca mais terei um cão... parece pouca coisa, não é? Pior que mentalizar-me disto é ter que me contentar com o que posso ter. Que é muito, posso até considerar-me uma pessoa com bastante sorte. No amor, na família... mas que raio, porque não se pode ter tudo? Fiz sentido...?
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